

Resolver um conflito
não precisa ser complicado.
Existe um caminho mais rápido, eficiente e sigiloso
que talvez você ainda não conheça.
Mas vamos te mostrar agora…


Resolver um conflito
não precisa ser complicado.
Existe um caminho mais rápido, eficiente e sigiloso
que talvez você ainda não conheça.
Mas vamos te mostrar agora…


Resolver um conflito
não precisa ser complicado.
Existe um caminho mais rápido, eficiente e sigiloso
que talvez você ainda não conheça.
Mas vamos te mostrar agora…


Resolver um conflito
não precisa ser complicado.
Existe um caminho mais rápido, eficiente e sigiloso
que talvez você ainda não conheça.
Mas vamos te mostrar agora…

Quando um conflito aparece, a primeira coisa
que some é a clareza.
Muita gente quando descobre que tem um conflito a resolver, não sabe por onde começar, se precisa passar pela Justiça comum ou se existe alternativa que é “arbitragem”.
Isso é normal.
A maioria das pessoas nunca ouviu falar sobre justiça privada, e acaba achando que só existe uma forma de resolver que é a justiça Estatal.
Existe outro caminho reconhecido por lei, seguro e confidencial, onde o acordo é construído com diálogo, rapidez e transparência.
E é exatamente isso que fazemos há 20 anos na Conciliar Câmara de Mediação, Conciliação e Arbitragem.
Vamos te contar mais detalhes…

Quando um conflito aparece, a primeira coisa que some é a clareza.
Muita gente quando descobre que tem um conflito a resolver, não sabe por onde começar,
se precisa passar pela Justiça comum ou se existe alternativa que é “arbitragem”.
Isso é normal.
A maioria das pessoas nunca ouviu falar sobre justiça privada, e acaba achando que só existe
uma forma de resolver que é a justiça Estatal.
Existe outro caminho reconhecido por lei, seguro e confidencial, onde o acordo é construído com diálogo, rapidez e transparência.
E é exatamente isso que fazemos há quase 20 anos na Conciliar Arbitragem.
Deixa eu contar mais detalhes…

Quando um conflito aparece, a primeira coisa
que some é a clareza.
Muita gente quando descobre que tem um conflito a resolver, não sabe por onde começar,
se precisa passar pela Justiça comum ou se existe alternativa que é “arbitragem”.
Isso é normal.
A maioria das pessoas nunca ouviu falar sobre justiça privada, e acaba achando que só existe
uma forma de resolver que é a justiça Estatal.
Existe outro caminho reconhecido por lei, seguro e confidencial, onde o acordo é construído com diálogo, rapidez e transparência.
E é exatamente isso que fazemos há quase 20 anos na Conciliar Arbitragem.
Deixa eu contar mais detalhes…
Quando um conflito aparece, a primeira coisa que some é a clareza.
Muita gente quando descobre que tem um conflito a resolver, não sabe por onde começar,
se precisa passar pela Justiça comum ou se existe alternativa que é “arbitragem”.
Isso é normal.
A maioria das pessoas nunca ouviu falar sobre justiça privada, e acaba achando que só existe
uma forma de resolver que é a justiça Estatal.
Existe outro caminho reconhecido por lei, seguro e confidencial, onde o acordo é construído com diálogo, rapidez e transparência.
E é exatamente isso que fazemos há quase 20 anos na Conciliar Arbitragem.
Deixa eu contar mais detalhes…

O que realmente fazemos (sem juridiquês)
O que realmente fazemos (sem juridiquês)
Somos uma a Conciliar Câmara de Mediação, Conciliação e Arbitragem com mais de duas décadas de experiência, e com +de 5.000 casos realizados, reconhecida por ajudar empresas e pessoas físicas a resolverem seus conflitos de forma privada, sigilosa, segura e eficiente.
Na prática, isso significa que se no contrato entre as partes indicar a Conciliar como instituição competente, todo o processo acontece conosco de forma digital, sigilosa e com total transparência.
O resultado? Mais de 95% dos casos solucionados na fase de conciliação.
Somos a Conciliar uma Câmara de Mediação, Conciliação e Arbitragem com mais de duas décadas de experiência, e com +de 5.000 casos realizados, reconhecida por ajudar empresas e pessoas físicas a resolverem seus conflitos de forma privada, sigilosa, segura e eficiente.
Na prática, isso significa que se no contrato entre as partes indicar a Conciliar como instituição competente, todo o processo acontece conosco de forma digital, sigilosa e com total transparência.
O resultado? Mais de 95% dos casos solucionados na fase de conciliação.
Somos uma a Conciliar Câmara de Mediação, Conciliação e Arbitragem com mais de duas décadas de experiência, e com +de 5.000 casos realizados, reconhecida por ajudar empresas e pessoas físicas a resolverem seus conflitos de forma privada, sigilosa, segura e eficiente.
Na prática, isso significa que se no contrato entre as partes indicar a Conciliar como instituição competente, todo o processo acontece conosco de forma digital, sigilosa e com total transparência.
O resultado? Mais de 95% dos casos solucionados na fase de conciliação.
A diferença entre o impasse e o acordo, está em
quem conduz o processo.
A diferença entre o impasse e o acordo, está em quem conduz o processo.
A diferença entre o impasse e o acordo, está em quem conduz o processo.
A justiça comum é tutelada pelo Estado.
A justiça privada é tutelada pela confiança.
Aqui, cada caso é conduzido por árbitros e mediadores judiciais formados pela Escola Paulista da Magistratura, profissionais que unem técnica, experiência e sensibilidade humana.
A cada audiência, nosso compromisso é o mesmo: trazer serenidade ao conflito e construir soluções reais, sem que as partes precisem lidar com a burocracia e lentidão da Justiça tradicional.
A justiça comum é tutelada pelo Estado.
A justiça privada é tutelada pela confiança.
Aqui, cada caso é conduzido por árbitros e mediadores judiciais formados pela Escola Paulista da Magistratura, profissionais que unem técnica, experiência e sensibilidade humana.
A cada audiência, nosso compromisso é o mesmo: trazer serenidade ao conflito e construir soluções reais, sem que as partes precisem lidar com a burocracia e lentidão da Justiça tradicional.
Agora como funciona na prática
Agora como funciona na prática

Agendamento da audiência conciliatória
Assim que o conflito é identificado, marcamos a audiência inicial para ouvir as partes e compreender o contexto.

Agendamento da audiência conciliatória
Assim que o conflito é identificado, marcamos a audiência inicial para ouvir as partes e compreender o contexto.

Condução transparente
Durante todo o procedimento, o cliente acompanha cada etapa com clareza tudo é digital e sigiloso, só as partes envolvidas acessam o processo.

Condução transparente
Durante todo o procedimento, o cliente acompanha cada etapa com clareza tudo é digital e sigiloso, só as partes envolvidas acessam o processo.

Resolução rápida e segura
A maioria dos casos é resolvida em curto prazo, com base na confiança e na legitimidade construída em 20 anos de experiência e atuação.

Resolução rápida e segura
A maioria dos casos é resolvida em curto prazo, com base na confiança e na legitimidade construída em 20 anos de experiência e atuação.
O Resultado desse processo?
O Resultado desse processo?

Mais de 95% dos casos resolvidos na conciliação

Mais de 95% dos casos resolvidos na conciliação

Árbitros e mediadores certificados pela Escola Paulista da Magistratura

Árbitros e mediadores certificados pela Escola Paulista da Magistratura

20 anos de atuação contínua

20 anos de atuação contínua

Atendimento digital e sigiloso

Atendimento digital e sigiloso

Transparência em todas as etapas

Transparência em todas as etapas
Aqui, cada decisão nasce da experiência
e cada acordo, da confiança.
Aqui, cada decisão nasce da experiência
e cada acordo, da confiança.

Veja alguns dos casos que já resolvemos
1° Caso
Conciliar Arbitragem

Nesse acordão do TJSP a parte se insurgiu contra a sentença arbitral por ser a "perdedora", o colegiado confirmou a validade da cláusula arbitral inserida em contrato inicial, bem como o dever do insurgente em pagar os honorários arbitrais, que foram majorados.
2° Caso
Conciliar Arbitragem

Nesse acórdão do TJSP, a parte autora não respeitou a convenção de arbitragem prevista no contrato e ajuizou ação em vara incompetente. O colegiado reconheceu plenamente a cláusula arbitral, anulou integralmente a sentença e majorou honorários em 5%.
3° Caso
Conciliar Arbitragem

Nesse acórdão do TJSP, a parte autora não respeitou a convenção de arbitragem existente no contrato inicial e buscou a Justiça Estadual. O colegiado confirmou a validade da cláusula arbitral e rejeitou suposta vulnerabilidade do consumidor, extinguindo a ação.
4° Caso
Conciliar Arbitragem

Nesse acordão do TJSP a parte autora distribuiu a ação na Jurisdição Estatal, não respeitando a convenção de arbitragem existente no contrato entabulado pelas partes. O colegiado validou a cláusula arbitral inserida em contrato inicial e extinguiu a ação.
1° Caso
Conciliar Arbitragem

Nesse acordão do TJSP a parte se insurgiu contra a sentença arbitral por ser a "perdedora", o colegiado confirmou a validade da cláusula arbitral inserida em contrato inicial, bem como o dever do insurgente em pagar os honorários arbitrais, que foram majorados.
2° Caso
Conciliar Arbitragem

Nesse acórdão do TJSP, a parte autora não respeitou a convenção de arbitragem prevista no contrato e ajuizou ação em vara incompetente. O colegiado reconheceu plenamente a cláusula arbitral, anulou integralmente a sentença e majorou honorários em 5%.
3° Caso
Conciliar Arbitragem

Nesse acórdão do TJSP, a parte autora não respeitou a convenção de arbitragem existente no contrato inicial e buscou a Justiça Estadual. O colegiado confirmou a validade da cláusula arbitral e rejeitou suposta vulnerabilidade do consumidor, extinguindo a ação.
4° Caso
Conciliar Arbitragem

Nesse acordão do TJSP a parte autora distribuiu a ação na Jurisdição Estatal, não respeitando a convenção de arbitragem existente no contrato entabulado pelas partes. O colegiado validou a cláusula arbitral inserida em contrato inicial e extinguiu a ação.
1° Caso
Conciliar Arbitragem

Nesse acordão do TJSP a parte se insurgiu contra a sentença arbitral por ser a "perdedora", o colegiado confirmou a validade da cláusula arbitral inserida em contrato inicial, bem como o dever do insurgente em pagar os honorários arbitrais, que foram majorados.
2° Caso
Conciliar Arbitragem

Nesse acórdão do TJSP, a parte autora não respeitou a convenção de arbitragem prevista no contrato e ajuizou ação em vara incompetente. O colegiado reconheceu plenamente a cláusula arbitral, anulou integralmente a sentença e majorou honorários em 5%.
3° Caso
Conciliar Arbitragem

Nesse acórdão do TJSP, a parte autora não respeitou a convenção de arbitragem existente no contrato inicial e buscou a Justiça Estadual. O colegiado confirmou a validade da cláusula arbitral e rejeitou suposta vulnerabilidade do consumidor, extinguindo a ação.
4° Caso
Conciliar Arbitragem

Nesse acordão do TJSP a parte autora distribuiu a ação na Jurisdição Estatal, não respeitando a convenção de arbitragem existente no contrato entabulado pelas partes. O colegiado validou a cláusula arbitral inserida em contrato inicial e extinguiu a ação.
1° Caso
Conciliar Arbitragem

Nesse acordão do TJSP a parte se insurgiu contra a sentença arbitral por ser a "perdedora", o colegiado confirmou a validade da cláusula arbitral inserida em contrato inicial, bem como o dever do insurgente em pagar os honorários arbitrais, que foram majorados.
2° Caso
Conciliar Arbitragem

Nesse acórdão do TJSP, a parte autora não respeitou a convenção de arbitragem prevista no contrato e ajuizou ação em vara incompetente. O colegiado reconheceu plenamente a cláusula arbitral, anulou integralmente a sentença e majorou honorários em 5%.
3° Caso
Conciliar Arbitragem

Nesse acórdão do TJSP, a parte autora não respeitou a convenção de arbitragem existente no contrato inicial e buscou a Justiça Estadual. O colegiado confirmou a validade da cláusula arbitral e rejeitou suposta vulnerabilidade do consumidor, extinguindo a ação.
4° Caso
Conciliar Arbitragem

Nesse acordão do TJSP a parte autora distribuiu a ação na Jurisdição Estatal, não respeitando a convenção de arbitragem existente no contrato entabulado pelas partes. O colegiado validou a cláusula arbitral inserida em contrato inicial e extinguiu a ação.


Veja alguns dos casos que já resolvemos
1° Caso
Conciliar Arbitragem

Nesse acordão do TJSP a parte se insurgiu contra a sentença arbitral por ser a "perdedora", o colegiado confirmou a validade da cláusula arbitral inserida em contrato inicial, bem como o dever do insurgente em pagar os honorários arbitrais, que foram majorados.
2° Caso
Conciliar Arbitragem

Nesse acórdão do TJSP, a parte autora não respeitou a convenção de arbitragem prevista no contrato e ajuizou ação em vara incompetente. O colegiado reconheceu plenamente a cláusula arbitral, anulou integralmente a sentença e majorou honorários em 5%.
3° Caso
Conciliar Arbitragem

Nesse acórdão do TJSP, a parte autora não respeitou a convenção de arbitragem existente no contrato inicial e buscou a Justiça Estadual. O colegiado confirmou a validade da cláusula arbitral e rejeitou suposta vulnerabilidade do consumidor, extinguindo a ação.
4° Caso
Conciliar Arbitragem

Nesse acordão do TJSP a parte autora distribuiu a ação na Jurisdição Estatal, não respeitando a convenção de arbitragem existente no contrato entabulado pelas partes. O colegiado validou a cláusula arbitral inserida em contrato inicial e extinguiu a ação.
1° Caso
Conciliar Arbitragem

Nesse acordão do TJSP a parte se insurgiu contra a sentença arbitral por ser a "perdedora", o colegiado confirmou a validade da cláusula arbitral inserida em contrato inicial, bem como o dever do insurgente em pagar os honorários arbitrais, que foram majorados.
2° Caso
Conciliar Arbitragem

Nesse acórdão do TJSP, a parte autora não respeitou a convenção de arbitragem prevista no contrato e ajuizou ação em vara incompetente. O colegiado reconheceu plenamente a cláusula arbitral, anulou integralmente a sentença e majorou honorários em 5%.
3° Caso
Conciliar Arbitragem

Nesse acórdão do TJSP, a parte autora não respeitou a convenção de arbitragem existente no contrato inicial e buscou a Justiça Estadual. O colegiado confirmou a validade da cláusula arbitral e rejeitou suposta vulnerabilidade do consumidor, extinguindo a ação.
4° Caso
Conciliar Arbitragem

Nesse acordão do TJSP a parte autora distribuiu a ação na Jurisdição Estatal, não respeitando a convenção de arbitragem existente no contrato entabulado pelas partes. O colegiado validou a cláusula arbitral inserida em contrato inicial e extinguiu a ação.
1° Caso
Conciliar Arbitragem

Nesse acordão do TJSP a parte se insurgiu contra a sentença arbitral por ser a "perdedora", o colegiado confirmou a validade da cláusula arbitral inserida em contrato inicial, bem como o dever do insurgente em pagar os honorários arbitrais, que foram majorados.
2° Caso
Conciliar Arbitragem

Nesse acórdão do TJSP, a parte autora não respeitou a convenção de arbitragem prevista no contrato e ajuizou ação em vara incompetente. O colegiado reconheceu plenamente a cláusula arbitral, anulou integralmente a sentença e majorou honorários em 5%.
3° Caso
Conciliar Arbitragem

Nesse acórdão do TJSP, a parte autora não respeitou a convenção de arbitragem existente no contrato inicial e buscou a Justiça Estadual. O colegiado confirmou a validade da cláusula arbitral e rejeitou suposta vulnerabilidade do consumidor, extinguindo a ação.
4° Caso
Conciliar Arbitragem

Nesse acordão do TJSP a parte autora distribuiu a ação na Jurisdição Estatal, não respeitando a convenção de arbitragem existente no contrato entabulado pelas partes. O colegiado validou a cláusula arbitral inserida em contrato inicial e extinguiu a ação.
1° Caso
Conciliar Arbitragem

Nesse acordão do TJSP a parte se insurgiu contra a sentença arbitral por ser a "perdedora", o colegiado confirmou a validade da cláusula arbitral inserida em contrato inicial, bem como o dever do insurgente em pagar os honorários arbitrais, que foram majorados.
2° Caso
Conciliar Arbitragem

Nesse acórdão do TJSP, a parte autora não respeitou a convenção de arbitragem prevista no contrato e ajuizou ação em vara incompetente. O colegiado reconheceu plenamente a cláusula arbitral, anulou integralmente a sentença e majorou honorários em 5%.
3° Caso
Conciliar Arbitragem

Nesse acórdão do TJSP, a parte autora não respeitou a convenção de arbitragem existente no contrato inicial e buscou a Justiça Estadual. O colegiado confirmou a validade da cláusula arbitral e rejeitou suposta vulnerabilidade do consumidor, extinguindo a ação.
4° Caso
Conciliar Arbitragem

Nesse acordão do TJSP a parte autora distribuiu a ação na Jurisdição Estatal, não respeitando a convenção de arbitragem existente no contrato entabulado pelas partes. O colegiado validou a cláusula arbitral inserida em contrato inicial e extinguiu a ação.

Veja alguns dos casos que já resolvemos
1° Caso
Conciliar Arbitragem

Nesse acordão do TJSP a parte se insurgiu contra a sentença arbitral por ser a "perdedora", o colegiado confirmou a validade da cláusula arbitral inserida em contrato inicial, bem como o dever do insurgente em pagar os honorários arbitrais, que foram majorados.
2° Caso
Conciliar Arbitragem

Nesse acórdão do TJSP, a parte autora não respeitou a convenção de arbitragem prevista no contrato e ajuizou ação em vara incompetente. O colegiado reconheceu plenamente a cláusula arbitral, anulou integralmente a sentença e majorou honorários em 5%.
3° Caso
Conciliar Arbitragem

Nesse acórdão do TJSP, a parte autora não respeitou a convenção de arbitragem existente no contrato inicial e buscou a Justiça Estadual. O colegiado confirmou a validade da cláusula arbitral e rejeitou suposta vulnerabilidade do consumidor, extinguindo a ação.
4° Caso
Conciliar Arbitragem

Nesse acordão do TJSP a parte autora distribuiu a ação na Jurisdição Estatal, não respeitando a convenção de arbitragem existente no contrato entabulado pelas partes. O colegiado validou a cláusula arbitral inserida em contrato inicial e extinguiu a ação.
1° Caso
Conciliar Arbitragem

Nesse acordão do TJSP a parte se insurgiu contra a sentença arbitral por ser a "perdedora", o colegiado confirmou a validade da cláusula arbitral inserida em contrato inicial, bem como o dever do insurgente em pagar os honorários arbitrais, que foram majorados.
2° Caso
Conciliar Arbitragem

Nesse acórdão do TJSP, a parte autora não respeitou a convenção de arbitragem prevista no contrato e ajuizou ação em vara incompetente. O colegiado reconheceu plenamente a cláusula arbitral, anulou integralmente a sentença e majorou honorários em 5%.
3° Caso
Conciliar Arbitragem

Nesse acórdão do TJSP, a parte autora não respeitou a convenção de arbitragem existente no contrato inicial e buscou a Justiça Estadual. O colegiado confirmou a validade da cláusula arbitral e rejeitou suposta vulnerabilidade do consumidor, extinguindo a ação.
4° Caso
Conciliar Arbitragem

Nesse acordão do TJSP a parte autora distribuiu a ação na Jurisdição Estatal, não respeitando a convenção de arbitragem existente no contrato entabulado pelas partes. O colegiado validou a cláusula arbitral inserida em contrato inicial e extinguiu a ação.
1° Caso
Conciliar Arbitragem

Nesse acordão do TJSP a parte se insurgiu contra a sentença arbitral por ser a "perdedora", o colegiado confirmou a validade da cláusula arbitral inserida em contrato inicial, bem como o dever do insurgente em pagar os honorários arbitrais, que foram majorados.
2° Caso
Conciliar Arbitragem

Nesse acórdão do TJSP, a parte autora não respeitou a convenção de arbitragem prevista no contrato e ajuizou ação em vara incompetente. O colegiado reconheceu plenamente a cláusula arbitral, anulou integralmente a sentença e majorou honorários em 5%.
3° Caso
Conciliar Arbitragem

Nesse acórdão do TJSP, a parte autora não respeitou a convenção de arbitragem existente no contrato inicial e buscou a Justiça Estadual. O colegiado confirmou a validade da cláusula arbitral e rejeitou suposta vulnerabilidade do consumidor, extinguindo a ação.
4° Caso
Conciliar Arbitragem

Nesse acordão do TJSP a parte autora distribuiu a ação na Jurisdição Estatal, não respeitando a convenção de arbitragem existente no contrato entabulado pelas partes. O colegiado validou a cláusula arbitral inserida em contrato inicial e extinguiu a ação.
1° Caso
Conciliar Arbitragem

Nesse acordão do TJSP a parte se insurgiu contra a sentença arbitral por ser a "perdedora", o colegiado confirmou a validade da cláusula arbitral inserida em contrato inicial, bem como o dever do insurgente em pagar os honorários arbitrais, que foram majorados.
2° Caso
Conciliar Arbitragem

Nesse acórdão do TJSP, a parte autora não respeitou a convenção de arbitragem prevista no contrato e ajuizou ação em vara incompetente. O colegiado reconheceu plenamente a cláusula arbitral, anulou integralmente a sentença e majorou honorários em 5%.
3° Caso
Conciliar Arbitragem

Nesse acórdão do TJSP, a parte autora não respeitou a convenção de arbitragem existente no contrato inicial e buscou a Justiça Estadual. O colegiado confirmou a validade da cláusula arbitral e rejeitou suposta vulnerabilidade do consumidor, extinguindo a ação.
4° Caso
Conciliar Arbitragem

Nesse acordão do TJSP a parte autora distribuiu a ação na Jurisdição Estatal, não respeitando a convenção de arbitragem existente no contrato entabulado pelas partes. O colegiado validou a cláusula arbitral inserida em contrato inicial e extinguiu a ação.

Justiça privada com resultado.
Quando decidimos começar a Conciliar Câmara de Mediação, Conciliação e Arbitragem lá em 2005 tínhamos um único propósito simples.
Ser como uma alternativa para os meios comuns e mostrar que a justiça privada pode ser eficiente, sigilosa, acessível e humana.
E, ao longo desses 20 anos, conseguimos transformar essa visão em realidade ajudando centenas de pessoas e empresas a resolverem seus conflitos sem precisar recorrer à morosidade do sistema tradicional.

Justiça privada com resultado.
Quando decidimos começar a Conciliar Câmara de Mediação, Conciliação e Arbitragem lá em 2005 tínhamos um único propósito simples.
Ser como uma alternativa para os meios comuns e mostrar que a justiça privada pode ser eficiente, sigilosa, acessível e humana.
E, ao longo desses 20 anos, conseguimos transformar essa visão em realidade ajudando centenas de pessoas e empresas a resolverem seus conflitos sem precisar recorrer à morosidade do sistema tradicional.

Justiça privada com resultado.
Quando decidimos começar a Conciliar Câmara de Mediação, Conciliação e Arbitragem lá em 2005 tínhamos um único propósito simples.
Ser como uma alternativa para os meios comuns e mostrar que a justiça privada pode ser eficiente, sigilosa, acessível e humana.
E, ao longo desses 20 anos, conseguimos transformar essa visão em realidade ajudando centenas de pessoas e empresas a resolverem seus conflitos sem precisar recorrer à morosidade do sistema tradicional.

Justiça privada com resultado.
Quando decidimos começar a Conciliar Câmara de Mediação, Conciliação e Arbitragem lá em 2005 tínhamos um único propósito simples.
Ser como uma alternativa para os meios comuns e mostrar que a justiça privada pode ser eficiente, sigilosa, acessível e humana.
E, ao longo desses 20 anos, conseguimos transformar essa visão em realidade ajudando centenas de pessoas e empresas a resolverem seus conflitos sem precisar recorrer à morosidade do sistema tradicional.

E você pode ter nossa experiência de 20 anos ao seu favor
E você pode ter nossa experiência de 20 anos ao seu favor
Se você tem um conflito em andamento,
ou foi notificado e precisa de ajuda para saber o próximo passo.
Preencha o Formulário para entrarmos em
contato com você.
A justiça privada começa com informação e o primeiro passo é simples.
Se você tem um conflito em andamento,
ou foi notificado e precisa de ajuda para saber o próximo passo.
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Ou envie uma mensagem em nosso whatsapp
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Por que judicializar se Conciliar é mais fácil.
Por que judicializar se Conciliar é mais fácil.


Estamos amparados pelas leis 9.307 e 13.129.
Veja no site do planalto - Lei 9.307/96 Lei 13.129/2015
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